No dia mais claro. Na noite mais densa…
O universo.
Contaram-me que antigamente, era um lugar magnífico. Cheio de maravilhas… aventuras, e até romance.
Defensores de milhares de mundos patrulhando seus respectivos setores. Cada um portando a arma mais fantástica de todos os tempos.
Por bilhões de anos, a tropa dos lanternas verdes iluminou os confins do espaço. Era a manifestação da esperança e das conquistas. Da justiça e da força de vontade.
Até que um de seus membros destruiu todos os demais. E a luz dos lanternas verdes desapareceu. Quase completamente.
(…)
Tudo começou no centro do universo, cerca de dez bilhões de anos atrás. No planeta OA. Uma raça de imortais decidiu declarar-se guardiã do universo.
Eles forjaram a bateria central, energizando os anéis de sua força policial intergalática… A tropa dos lanternas verdes. Mas havia uma vulnerabilidade em seu plano. Uma impureza. E os guardiões finalmente aprenderam que … nada dura para sempre.
(Lanterna Verde – Renascimento: O retorno de Hal Jordan!)
Saudade de ler gibis. Esse semestre tem que acabar logo, mais um mês de literatura latina e eu me enforco. Nada contra “A poesia épica pós-virgiliana” ou “A sátira de Lucílio”, é só o fato de minha cabeça doer.
-Devemos temer o rei.
-Meu pai era rei.
-Não temes as armas?
-Elas saíram da terra.
-Morrerás!
-Eu o desejo.
-Foge!
-Arrependo-me de ter fugido.
-Medéia!
-Eu voltarei a ser!
-És mãe!
-Tu verás para quê.
(Sen. Med. 168-171)














do dia mais claro, na noite mais densa…
andre garzia
Junho 24, 2008 em 4:53 pm