7 Razões

Contos e Outras Mentiras

Archive for Junho 2008

Nick Cave – Where The Wild Roses Grow

com um comentário

Where The Wild Roses Grow”
(feat. Kylie Minogue)

They call me The Wild Rose
But my name was Elisa Day
Why they call me it I do not know
For my name was Elisa Day
From the first day I saw her I knew she was the one
She stared in my eyes and smiled
For her lips were the colour of the roses
That grew down the river, all bloody and wild
When he knocked on my door and entered the room
My trembling subsided in his sure embrace
He would be my first man, and with a careful hand
He wiped at the tears that ran down my face
[Chorus]
On the second day I brought her a flower
She was more beautiful than any woman I’d seen
I said, “Do you know where the wild roses grow
So sweet and scarlet and free?”
On the second day he came with a single red rose
Said: “Will you give me your loss and your sorrow”
I nodded my head, as I lay on the bed
He said, “If I show you the roses, will you follow?”
[Chorus]
On the third day he took me to the river
He showed me the roses and we kissed
And the last thing I heard was a muttered word
As he knelt (stood smiling) above me with a rock in his fist
On the last day I took her where the wild roses grow
And she lay on the bank, the wind light as a thief
And I kissed her goodbye, said, “All beauty must die”
And lent down and planted a rose between her teeth
[Chorus]

Escrito por Antonio Hermida

Junho 20, 2008 em 3:19 pm

Publicado em trilha-sonora

No dia mais claro. Na noite mais densa…

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O universo.
Contaram-me que antigamente, era um lugar magnífico. Cheio de maravilhas… aventuras, e até romance.
Defensores de milhares de mundos patrulhando seus respectivos setores. Cada um portando a arma mais fantástica de todos os tempos.

Por bilhões de anos, a tropa dos lanternas verdes iluminou os confins do espaço. Era a manifestação da esperança e das conquistas. Da justiça e da força de vontade.

Até que um de seus membros destruiu todos os demais. E a luz dos lanternas verdes desapareceu. Quase completamente.

(…)

Tudo começou no centro do universo, cerca de dez bilhões de anos atrás. No planeta OA. Uma raça de imortais decidiu declarar-se guardiã do universo.

Eles forjaram a bateria central, energizando os anéis de sua força policial intergalática… A tropa dos lanternas verdes. Mas havia uma vulnerabilidade em seu plano. Uma impureza. E os guardiões finalmente aprenderam que … nada dura para sempre.
(Lanterna Verde – Renascimento: O retorno de Hal Jordan!)

Saudade de ler gibis. Esse semestre tem que acabar logo, mais um mês de literatura latina e eu me enforco. Nada contra “A poesia épica pós-virgiliana” ou “A sátira de Lucílio”, é só o fato de minha cabeça doer.

-Devemos temer o rei.
-Meu pai era rei.
-Não temes as armas?
-Elas saíram da terra.
-Morrerás!
-Eu o desejo.
-Foge!
-Arrependo-me de ter fugido.
-Medéia!
-Eu voltarei a ser!
-És mãe!
-Tu verás para quê.

(Sen. Med. 168-171)

Escrito por Antonio Hermida

Junho 17, 2008 em 3:40 am

O incrível Hulk

com 3 comentários

Minha idéia original era falar sobre o Batman e seus conflitos de mentais, mas, justamente por conhecer um pouco da história do morcego, falarei do Hulk, que não conheço tão bem e acabei de ver o filme.

Aproveitando o tom verde da conversa, inicio com um adendo sobre John Stuart, lanterna verde.
“A máscara esconde as lágrimas, por isso, John não usa mais a dele” (Lanterna Verde – Renascimento – O retorno de Hal Jordan)

Agora sim, Hulk.
Fica muito claro no filme o que realmente é o Hulk. Não é um monstro destruidor consciente do que está fazendo. É o doutor o protagonista, e a luta mais difícil do filme é a dele contra seu antagonista, Hulk. Antes, eu tinha a idéia de que o Hulk era apenas a fúria sem freio, um caminhão cheio de explosivos e acelerado, estava enganado. Acredito que nós, somos motivados por nossas vontades, e os limites se dão por nossas limitações físicas, elas é que delimitam até onde podemos ir, criam nossos conceitos de certo e errado, mostram as conseqüências e reações de cada ação, primariamente. Mas como conter a sua vontade, se não existe limitação física? Se sua vontade de ir do ponto A ao B, pode ser superada simplesmente atravessando qualquer coisa que esteja no caminho e saindo ileso? Esse não chega a ser o maior drama do Hulk, ele não gosta de Bruce Banner, e este, por sua vez, não gosta do Hulk, basicamente, por um não ter controle sobre o outro e ainda assim serem o mesmo ser.
Banner se torna Hulk quando se agita demais, logo, o Hulk busca acima de tudo, paz, mas essa mesma paz, o mata,  faz com que ele deixe de existir. Uma descrição ótima no filme foi do Banner dizendo sobre o que ele se lembrava da transformação: Algumas imagens, e um barulho insuportavelmente alto.
Não vou me demorar muito falando mais e mais, por que esses conflitos não acabam na simplicidade de uma explanação que eu, com meu vago conhecimento poderia alcançar aqui. A vontade sobre a razão, a paz durante o desespero, a luta constante pelo controle de suas próprias atitudes, tudo isso é perene aos seres humanos em algum nível. Minha impressão atual sobre o Hulk é que possivelmente ele é o mais humano, no que tange essas dualidades, dos personagens de quadrinhos.

Um resumão da tragetória do personagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hulk

Escrito por Antonio Hermida

Junho 14, 2008 em 6:54 am

Publicado em amaldiçoado, paz, traumas

Brincadeira de mal gosto

com um comentário

Drake: Vamos entrar com o nick de freako e conversar com vidkum ?
Jester: Você tem a foto que ele usa como avatar?
Drake: UAHhauauhaUauHAHu
*Transferência de arquivo solicitado por Drake*
(…)

[22:45:27] (8)Phantoman: eae

[22:45:33] Vidkum: coe mlk

[22:45:44] (8)Phantoman: blz ?

[22:45:49] Vidkum: blz sim, e vc?

[22:46:38] (8)Phantoman: vcs tão bolados comigo ?

[22:46:50] Vidkum: bolado de que?

[22:47:01] (8)Phantoman: sei la =P

[22:47:13] Vidkum: ué, se vc ta peruntando deve ter alguma coisa

[22:47:33] (8)Phantoman: Lucas é um filho da puta

[22:47:57] Vidkum: caralho to entendedno nada

[22:48:10] (8)Phantoman: ele ta falando um monte de merda de mim

[22:48:20] Vidkum: ta falando o que cara?

[22:48:39] (8)Phantoman: parada da mulher la do aniversario de

claudio

[22:48:42] (8)Phantoman: num sei se viso mais

[22:48:51] Vidkum: quem mlk?

[22:48:55] Vidkum: nem sei de nada

[22:49:10] (8)Phantoman: vcs ficam falando que ela é velha =P

[22:49:15] Vidkum: porra

[22:49:31] Vidkum: a de 41, nova nao é, mas eu acho mais é que vc temq

ue pegar e ficar pegando

[22:49:53] (8)Phantoman: sei la, fico meio bolado, vcs iam ficar

zuando :(

[22:50:07] Vidkum: porra agente fica zuando pq agente zoa tudo

[22:50:31] Vidkum: mas todos nós achamos que vc tem que pegar, agente

zoa pq vc fica bolado, só por isso

[22:50:48] Vidkum: tem que pegar porra

[22:50:51] Vidkum: pega mlk, plz

[22:50:57] (8)Phantoman: hehehe eu fico meio bolado de ela me achar

imaturo

[22:51:00] (8)Phantoman: =P

[22:51:24] Vidkum: porra se achar foda-se para de ser besta

[22:52:12] (8)Phantoman: posso te contar uma parada, vc jura que nao

zoa

[22:52:14] (8)Phantoman: ?

[22:52:18] Vidkum: claro cara

[22:52:40] (8)Phantoman: acho que estou perdendo vontade de ficar com

mulher, mas nao sou viado

[22:52:52] Vidkum: e pq cara?

[22:53:30] Vidkum: decepcionado?

nervoso?

inseguro?

[22:53:36] (8)Phantoman: num sei, eu sempre me fodo, to perdendo o

interesse, vc acha que estou virando viado ?

[22:53:50] Vidkum: sei la porra, viado gosta de homem

[22:53:53] Vidkum: vc gosta?

[22:54:21] (8)Phantoman: ah deixa quieto =P

[22:54:24] (8)Phantoman: deve ser fase

Escrito por Antonio Hermida

Junho 11, 2008 em 11:29 pm

Publicado em msn

era uma vez…

sem comentários

“Era uma vez, um gato malhado. Ele morreu um milhão de vezes, e, renasceu um milhão de vezes. Ele pertenceu a vários donos, que nunca se importaram muito com ele. O gato não tinha medo de morrer.

Um dia, o gato se libertou, livrou-se dos donos, tornou-se um gato livre, um vira-latas, e encontrou uma gata branca. Os dois passaram seus dias felizes juntos.

Anos se passaram, e gata branca morreu de velhice. O gato malhado chorou um milhão de vezes, e então, morreu. E nunca mais voltou a vida.”

Escrito por Antonio Hermida

Junho 9, 2008 em 4:43 am

Publicado em amaldiçoado

Das pequenas coisas do dia-a-dia

sem comentários

Bom ter amigos em vários cantos da cidade. Bom quando são solícitos.
Caminhando e cantando, me pego na porta de KK e aperto o interfone.
-Eu. Tem comida?
-Arroz e feijão.
-Abre aí!

Como, como, como. Vou embora, de carona com Bruno, que passava por ali.

Outra novidade. Minha mãe insistiu muito para ter um e-mail, como consultor tec. da familia, acabei aprovando, mesmo por que eu nao tenho como ir contra as vontades dela. Torço para que ela nao descubra como encaminhar slides.
E a reforma?
Vai bem. Cama nova! Amém.
Acho que vai rolar um cortininha também.

Foto da suíte !

Obs.: O meu firefox por algum motivo nao esta curtindo acentuaçao. Nao que alguem ligue pra isso nos dias de hoje, mas eu sou assim por culpa de Jiraia. Fazer o que …

Escrito por Antonio Hermida

Junho 4, 2008 em 3:29 am

Arbor ex fructu cognoscitur

com um comentário

(A árvore se conhece pelos frutos)

Ah! Novidades!
Papai está apaixonado!!!

(contrapartida -> acho que já estragou tudo. Deve ser um dom de família)

Não citarei nomes, mas é uma musa da MPB.
Outra, do livro De Humiliatione, temos no último capítulo, ele, que não nomearei, comprando cialis(acho que essa é a grafia).
Foi assim:
Farmácia com mulheres no balcão.
-Olá minha jovem, eu gostaria de dois comprimidos de “carga rápida”.
-Perdão, senhor, não sei do que se trata.
-É que minha namorada vai lá em casa essa semana, e o trabalho não pode parar…
(Este é o momento em que eu tento me esconder na sessão de higiene bucal)
-… como ela vai lá, passar o sábado, eu queria uma “carga rápida”, CI-A-LIS!

Todas as funcionárias saem e voltam rindo. Eu quero morrer nesse ponto, mas admito quase me divertir. Quando a empregada entrega o remédio, sorri e diz: AH MOLEQUE !!!!
Ele sai vitorioso, com sua virtus aclamada em gloria. Eu simplesmente saio.
Ele ao sair olha pra ela e levanta os braços como se estivesse erguendo uma taça. Uma taça de justiça e liberdade!
Saiu como um poeta escocês, saiu da farmácia de alma livre.

Escrito por Antonio Hermida

Junho 1, 2008 em 4:21 pm

Publicado em amaldiçoado, traumas